Após críticas às execuções, Indonésia pede respeito às leis do país
O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, de
53 anos, uma indonésia, um holandês, dois nigerianos e um vietnamita
foram fuzilados nesse sábado (17/1) por tráfico de drogas
53 anos, uma indonésia, um holandês, dois nigerianos e um vietnamita
foram fuzilados nesse sábado (17/1) por tráfico de drogas
O procurador-geral da Indonésia, Muhammad Prasetyo, pediu neste domingo
(18/1), respeito às leis do país em resposta às críticas pela execução
de seis réus, informou a imprensa local. “Podemos entender a reação do
mundo e dos países cujos cidadãos foram executados. Mas cada um deve
respeitar as leis que se aplicam em nosso país”, disse o
procurador-geral da Indonésia, Muhammad Prasetyo, ao jornal “The Jakarta
Globe”.
O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos, uma
indonésia, um holandês, dois nigerianos e um vietnamita foram fuzilados
nesse sábado (17/1) por tráfico de drogas.
(18/1), respeito às leis do país em resposta às críticas pela execução
de seis réus, informou a imprensa local. “Podemos entender a reação do
mundo e dos países cujos cidadãos foram executados. Mas cada um deve
respeitar as leis que se aplicam em nosso país”, disse o
procurador-geral da Indonésia, Muhammad Prasetyo, ao jornal “The Jakarta
Globe”.
O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos, uma
indonésia, um holandês, dois nigerianos e um vietnamita foram fuzilados
nesse sábado (17/1) por tráfico de drogas.
Carta de repúdio
O
embaixador da Indonésia no Brasil, Toto Riyanto, foi chamado ao
Itamaraty nesse sábado (17/1), para receber uma carta de repúdio do
governo brasileiro. No documento, o Brasil manifesta “profunda
inconformidade” com a execução e com o fato de que “gestões do mais alto
nível e apelos presidenciais à clemência” foram ignorados pelas
autoridades da Indonédia.
O ministro das Relações Exteriores,
embaixador Mauro Vieira, afirmou que “os acontecimentos são uma sombra
sobre as relações bilaterais”.



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