Chega a Imperatriz o avião com mortos no desabamento em SP

Pousou por volta das 16h50, no aeroporto Renato Cortez
Moreira, em Imperatriz, o avião com os corpos dos maranhenses mortos no
desabamento de um prédio em São Paulo. Parentes e amigos aguardavam, no
saguão do aeroporto, a chegada dos corpos. No avião vinheram os oito
maranhenses mortos no desabamento.
O avião de carga
decolou, no início da manhã desta quinta-feira (29), do Aeroporto
Comandante Rolim Adolfo Amaro, em Jundiaí (SP). De Imperatriz, quatro
corpos seguem para Barra do Corda, dois ficam na cidade, um segue para
Caxias e o outro para o povoado Bela Vista, no Estado do Tocantins.
decolou, no início da manhã desta quinta-feira (29), do Aeroporto
Comandante Rolim Adolfo Amaro, em Jundiaí (SP). De Imperatriz, quatro
corpos seguem para Barra do Corda, dois ficam na cidade, um segue para
Caxias e o outro para o povoado Bela Vista, no Estado do Tocantins.
Emocionado,
Sebastião Barbosa lembrou da última vez que falou com o filho, Raimundo
Barbosa de Sousa, 37 anos. “Meu filho ligou pra mim e conversamos
muito. Às 7h horas ele mandou uma mensagem dizendo que tava tudo bem,
antes de acontecer o desabamento. Mas tarde vi na televisão que um
prédio tinha desabado em São Paulo e reconheci que era onde meu filho
trabalhava, então começamos a ligar, mas não conseguimos mais falar com
ele”, afirmou. Raimundo trabalhava há 11 anos em São Paulo e foi o
sétimo corpo a ser retirado dos escombros.
Sebastião Barbosa lembrou da última vez que falou com o filho, Raimundo
Barbosa de Sousa, 37 anos. “Meu filho ligou pra mim e conversamos
muito. Às 7h horas ele mandou uma mensagem dizendo que tava tudo bem,
antes de acontecer o desabamento. Mas tarde vi na televisão que um
prédio tinha desabado em São Paulo e reconheci que era onde meu filho
trabalhava, então começamos a ligar, mas não conseguimos mais falar com
ele”, afirmou. Raimundo trabalhava há 11 anos em São Paulo e foi o
sétimo corpo a ser retirado dos escombros.

Segundo parentes de Raimundo Oliveira Silva, 29 anos, que também morreu
no desabamento do prédio, o jovem passou um mês e 15 dias em São Paulo e
depois voltou para o povoado Bela Vista, no município de São Miguel do
Tocantins, cidade que faz divisa com Imperatriz. Depois de 20 dias em
casa, resolveu voltar para a capital paulista. Estava com 11 dias que
ele tinha voltado para São Paulo quando aconteceu o desabamento.
no desabamento do prédio, o jovem passou um mês e 15 dias em São Paulo e
depois voltou para o povoado Bela Vista, no município de São Miguel do
Tocantins, cidade que faz divisa com Imperatriz. Depois de 20 dias em
casa, resolveu voltar para a capital paulista. Estava com 11 dias que
ele tinha voltado para São Paulo quando aconteceu o desabamento.
Fonte: Imirante.com



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