Afamília Sarney começa a fazer ataques sistemáticos contra a oposição
como carta de seguro para investigações que estão acontecendo na
aplicação do dinheiro dos empréstimos.
Agora, a oligarquia está apavorada
porque o BNDES já está sabendo de falcatruas em outras obras da saúde, e
que o governo do Estado não está cumprindo o contrato assinado com o
banco.
porque o BNDES já está sabendo de falcatruas em outras obras da saúde, e
que o governo do Estado não está cumprindo o contrato assinado com o
banco.
Entre tantas notícias negativas em
agosto para a oligarquia Sarney, agora surgiu mais uma. Nas últimas
semanas, a oligarquia espalhou que a oposição quer paralisar obras de
hospitais no Maranhão para esconder que a maioria dos 72 hospitais
prometidos para 2010 nunca foram concluídos.
agosto para a oligarquia Sarney, agora surgiu mais uma. Nas últimas
semanas, a oligarquia espalhou que a oposição quer paralisar obras de
hospitais no Maranhão para esconder que a maioria dos 72 hospitais
prometidos para 2010 nunca foram concluídos.
Os que foram concluídos estão fechados
ou funcionam precariamente, sem resolver os problemas da população. A
exceção fica em Coroatá, terra de Ricardo Murad e onde sua mulher é
prefeita, que tem recebido fortunas que deveriam ir para todas as
cidades. O pior é que nem o povo de Coroatá está se beneficiando, e sim
meia dúzia de “espertos” protegidos pela oligarquia.
ou funcionam precariamente, sem resolver os problemas da população. A
exceção fica em Coroatá, terra de Ricardo Murad e onde sua mulher é
prefeita, que tem recebido fortunas que deveriam ir para todas as
cidades. O pior é que nem o povo de Coroatá está se beneficiando, e sim
meia dúzia de “espertos” protegidos pela oligarquia.
A principal fonte de financiamento da
maioria das obras do governo tem sido os empréstimos feitos com o Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). E, pelas regras
do banco federal, é necessário o cumprimento de todos os requisitos
apontados na celebração do empréstimo.
maioria das obras do governo tem sido os empréstimos feitos com o Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). E, pelas regras
do banco federal, é necessário o cumprimento de todos os requisitos
apontados na celebração do empréstimo.
Em recentes contratações feitas por
Roseana para construção dos hospitais macrorregionais – todos feitos com
dinheiro federal – não houve a implantação de comissões especiais de
licitações, como diz a regra fixada pelo BNDES para a execução das
obras.
Roseana para construção dos hospitais macrorregionais – todos feitos com
dinheiro federal – não houve a implantação de comissões especiais de
licitações, como diz a regra fixada pelo BNDES para a execução das
obras.
Outra irregularidade que tem chamado
atenção é a contratação feita em regime “emergencial” para o Hospital
Carlos Macieira (hospital do IPEM), cujas obras nunca terminam. A
Justiça Federal já está ciente do ocorrido, e o BNDES deve fiscalizar os
contratos com as empresas do Ceará que já receberam mais de R$ 100
milhões.
atenção é a contratação feita em regime “emergencial” para o Hospital
Carlos Macieira (hospital do IPEM), cujas obras nunca terminam. A
Justiça Federal já está ciente do ocorrido, e o BNDES deve fiscalizar os
contratos com as empresas do Ceará que já receberam mais de R$ 100
milhões.
Fonte: Bg. Marrapá









