SÃO LUÍS – A superintendente de Polícia Civil da Capital, Katerine Chaves, confirmou ao Imirante
que o jovem de 17 anos, Felipe Matos, morto durante uma festa
eletrônica realizada em julho numa casa no Calhau foi envenenado com
chumbinho – veneno utilizado para matar roedores.
que o jovem de 17 anos, Felipe Matos, morto durante uma festa
eletrônica realizada em julho numa casa no Calhau foi envenenado com
chumbinho – veneno utilizado para matar roedores.
O laudo do Instituto Criminalística comprovou não haver nenhum indício de entorpecente, mas sim o veneno para matar rato.
Katerine
Chaves adiantou ainda que o caso está sendo investigado como homicídio
pelo delegado Paulo Márcio, responsável pelo 7° Distrito Policial, no
Turu.
Chaves adiantou ainda que o caso está sendo investigado como homicídio
pelo delegado Paulo Márcio, responsável pelo 7° Distrito Policial, no
Turu.
“Após a confirmação, através de laudo médico,
da existência de chumbinho no sangue da vítima, o primeiro passo é
tratar como homicídio”, explicou a superintendente.
da existência de chumbinho no sangue da vítima, o primeiro passo é
tratar como homicídio”, explicou a superintendente.
Relembre o caso:
Cerca de dois meses atrás, o jovem Felipe Matos,17
anos morreu na manhã de uma segunda-feira (15) na Unidade de Pronto
Atendimento (UPA) do Araçagi. Segundo informações, Felipe Matos estava
em uma boate com os amigos quando passou mal e foi levado ao hospital. O
rapaz era estudante de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do
Maranhão.
anos morreu na manhã de uma segunda-feira (15) na Unidade de Pronto
Atendimento (UPA) do Araçagi. Segundo informações, Felipe Matos estava
em uma boate com os amigos quando passou mal e foi levado ao hospital. O
rapaz era estudante de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do
Maranhão.
Fonte: Imirante.com









