O Julgamento mais esperado da história de Porto Franco MA

                                  
Esta história começou assim: Os pais e mães de Zezinho e Mariazinha
estão felizes com a chegada de mais um dos filhos. Zezinho e Mariazinha crescem
felizes pelas ruas da cidade. Sua cidade à época era uma cidade pacata, ambiente
ideal para as felicidades das famílias.  E
é aqui neste ponto que se pergunta?  
Qual a explicação para que um cenário de felicidade se transforme em uma
tragédia.

Imaginem um pai ao volante de seu carro e sua esposa no
banco ao lado. Imaginem também neste carro uma criança (o filho) ora brincando
com a mãe no assento da frente ,ora na parte de traz do veículo, quando na
verdade essa criança deveria estar sentada atrás e protegida por cinto de
segurança. Ao se aproximarem de um Posto de Policia Rodoviaria os pais dizem à
criança: ABAIXA PARA A POLÍCIA NÃO TE
VER
. É meus caros leitores, essa criança e muitas outras espalhadas pelas
cidades do nosso Brasil vão crescer pensando: — O papai e a mamãe me ensinaram
que eu posso fazer coisa errada desde que a Polícia não veja.

Talvez essa historinha explique um pouquinho de como temos
que mudar o aprendizado dos nossos filhos. Nós somos os responsáveis pela
felicidade ou pela tragédia no futuro.

Agora faço um convite aos seguidores deste Portal que participem
deste debate dando sua opinião .

Por que um ambiente de felicidade pode  transformar-se em tragédia?

Leia sobre o julgamento mais esperado de Porto Franco (com
detalhes)

O FATO: Adriano Barros Lima e José de Arimatéia Lima Lopes,
ambos de forma covarde ceifaram a vida da Jovem Keite Bastos,  no ano de 2011 no mês de Fevereiro, na época a
jovem tinha apenas 21 anos, com golpes de faca no pescoço e atingida com
pedradas na cabeça foi tirada a sua vida.

Motivação do crime: O ex-namorado Adriano, não aceitava o
fim do relacionamento com a namorada Keite.

A LEI:

Adriano Barros Lima vulgo “Nenem” foi condenado à 20 anos de reclusão em regime fechado
com base nos art.129,59,61,inc.ll,c,65 e 33 § 20 . A defesa de Adriano alegou ‘HOMOCÍDIO
PREVILEGIADO
. Segundo a http://www.jusbrasil.com.br
,Homicídio cuja ação foi contemplada como causa especial de diminuição
da pena, vale dizer, por motivo de relevante valor social ou moral, ou sob o
domínio de violenta emoção, logo em seguida a injusta provocação da vítima.

José de Arimatéia Lima Lopes vulgo ‘Farinha’ foi condenado 22 anos de reclusão em regime fechado com
base nos art. 129,59,61,inc.ll,c,65 e 33 § 20. A defesa de Jose de Arimatéia alegou NEGATIVA DE AUTORIA (não
estava presente na cena do crime) e pediu a absolvição de José de Arimateia.

Ambos foram condenados e cumprirão pena
na penitenciaria de segurança máxima em Pedrinhas na capital maranhense.
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